Prevendo o risco do mosquito da dengue para cada edificação na cidade com Flyttr Dengue
Flyttr Dengue integra histórico epidemiológico, dados climáticos e imagens de satélite para gerar previsões territoriais com até oito semanas de antecedência e recomendar ações efetivas de controle e prevenção.
A dengue se manifesta nas cidades — e é também nas cidades que as decisões mais determinantes para controlá-la são tomadas. Em uma temporada típica, a maior parte das ações de controle vetorial ocorre de maneira reativa e sob pressão: equipes são deslocadas quando os casos já estão em crescimento, recursos são alocados com base em dados agregados de semanas anteriores e o planejamento de campo corre olhando no retrovisor da curva epidemiológica, não à frente dela. O resultado, documentado em estudos sobre o custo das epidemias de dengue no Brasil, é um ciclo de respostas emergenciais que tende a ser mais caro e menos eficaz do que intervenções antecipadas.
O desafio operacional para a maioria dos municípios não é a ausência de dados — é a sua fragmentação. Informações epidemiológicas, climáticas, de mobilidade urbana e de infestação por bairro estão disponíveis em fontes distintas, sem integração automática, e demandam uma capacidade analítica que poucas secretarias de saúde conseguem mobilizar no ritmo da temporada. Segundo a pesquisa TIC Governo Eletrônico 2023, do Cetic.br, o uso de tecnologias avançadas de análise de dados no setor público ainda ocorre de forma desigual, com concentração nos níveis federal e estadual — deixando a maioria dos municípios sem ferramentas para transformar esse volume de informação em decisão qualificada.

Flyttr integra dados e IA para apoiar decisões mais seguras
O cenário de 2026 precisa de atenção. Embora os primeiros meses do ano indiquem uma redução nos casos de dengue em relação aos anos anteriores, o principal risco é a complacência diante de um cenário que permanece estruturalmente favorável à transmissão. A combinação de condições climáticas propícias, circulação de diferentes sorotipos – em especial o DENV-3, evidenciado pela Nota Informativa nº 12/2025 do Ministério da Saúde – e a elevada densidade urbana mantém o país em um patamar de alta endemicidade, no qual surtos localizados podem escalar rapidamente. Nesse contexto, a gestão municipal não pode se orientar apenas pelos números absolutos do momento, mas deve adotar uma abordagem proativa, baseada em dados integrados e análise territorial, capaz de antecipar riscos e direcionar intervenções com precisão para evitar o agravamento do quadro epidemiológico.

Flyttr ajuda a identificar áreas críticas e priorizar ações
Uma plataforma que transforma rastros do passado em decisões para o futuro
A Flyttr Dengue é uma ferramenta que integra dados epidemiológicos oficiais, meteorológicos, socioeconômicos, imagens de satélite e de mobilidade urbana em um único ambiente de análise — atualizado várias vezes ao dia — e gera mapas de risco e previsões epidemiológicas com até oito semanas de antecedência. A cobertura abrange mais de 5.000 municípios brasileiros, com granularidade que vai do nível estadual até o endereço, permitindo ao gestor visualizar não apenas onde os casos estão hoje, mas onde estarão os riscos de infestação do mosquito e de número de casos nas próximas oito semanas. E não para aí – a ferramenta oferece apoio à tomada de decisão, recomendando ações específicas para cada local, organizando a alocação de recursos e construindo um plano de ação com cronograma de implementação.
“O gestor que acessa o Flyttr Dengue não precisa ser especialista em ciência de dados. Ele precisa saber o que quer resolver, e quais recursos tem em mãos — e a plataforma organiza a inteligência necessária para que ele aja com antecedência, não no susto. Nossa proposta é ampliar a capacidade de quem já está na linha de frente, fazendo valer o conhecimento que só as equipes locais têm”, diz Natalia Ferreira, diretora-presidente da Flyttr Brasil.

Atuação dos agentes de saúde segue essencial no controle da dengue no território
Em uma sessão na plataforma, o gestor consegue visualizar a evolução recente dos indicadores do seu território, identificar as microáreas com maior vulnerabilidade nas semanas seguintes e gerar relatórios estruturados para reuniões e prestação de contas. Perguntas como “Quais bairros priorizar essa semana?” ou “Onde alocar as equipes disponíveis com maior impacto?” são respondidas pelo agente de inteligência artificial da plataforma — supervisionado por especialistas em entomologia e controle vetorial — em linguagem simples, sem exigir formação técnica em ciência de dados. O acesso é por navegador, computador ou celular, sem instalação, e é possível criar uma conta gratuita de uso.
Para saber mais, acesse flyttr.com/pt/dengue.

